CURADORES DO IMPÉRIO: PATRIMÔNIO COMO PILHAGEM COLONIALISTA

Pedro Paulo Abreu Funari, Tamima Orra Mourad

Resumo


Curadoria e colonialismo estão estreitamente inter-relacionados. Pode-se definir como uma tendência que provém da necessidade de se apropriar, proteger e guardar; no entanto resultou em furto, deformação e isolamento do patrimônio de populações contemporâneas, como sugerido pelo caso da América Latina e do Oriente Próximo. Neste artigo estudamos como o colonialismo moldou historicamente a tutela de museus em oposição a distintas práticas de patrimônio. Episódios selecionados de curadoria são aqui utilizados para ilustrar a duplicidade desta prática; um empreendimento tanto político quanto pseudocientífico, onde curadores não são meros mediadores entre passado e presente, mas, sim, bases dos interesses políticos de seus patrocinadores do governo.


Palavras-chave


Curadores; império; patrimônio; colonialismo; Arqueologia; Orientalismo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.31669/herodoto.v1i1.37

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Heródoto - ISSN Eletrônico - 2448-2609