O Egito como limiar e o heroi em xeque em Helena de Eurípedes

Lorena Lopes da Costa

Resumo


O presente artigo tem como objeto a peça Helena de Eurípides, datada de 412 a. C., e busca apreender de que forma o Egito, terra onde se desenvolve a versão do mito narrada pelo poeta, atualiza a Esquéria, ilha em que Odisseu redefine seu retorno ao narrar suas aventuras na Odisseia. Para estabelecer as afinidades com a terra dos feácios, o poeta trágico apropria-se da visão grega do Egito, em que a admiração e o mistério são os aspectos principais, e incorpora elementos odisseicos ao enredo, o que lhe permite recriar uma história em que o herói e a guerra são postos em xeque.


Palavras-chave


Egito; Esquéria; Herói; Guerra; Limiar.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.31669/herodoto.v2i1.184

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




##submission.license.cc.by-nc-nd4.footer##



Universidade Federal de São Paulo

Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Departamento de História
Estrada do Caminho Velho, 333 - Bairro Pimentas
CEP:07252-312 - Guarulhos - São Paulo - Brasil
mundoclassiconectado@unifesp.br
 
Heródoto - ISSN Eletrônico - 2448-2609